O layout do blog foi atualizado hoje, dizimando cruelmente o
sidebar, ainda faltando colocar o
Art Grafique.
Até o fim do dia de hoje eu finalizo.
Abs.
(Atualização):
O blog está aí, finalizado. Ainda preciso acertar alguns
margin e
padding, mas nada muito pavoroso não.
Enfim consegui tirar de mim aquela maldita
sidebar, que já não tinha mais utilidade pra mim, e só me dava dor de cabeça (por causa do safado do I.E. que quebrava o blog em duas partes).
Mas finalmente um blog leve. Estava precisando.
Se quiser, deixe um comment me dizendo o que achou (mas acho difícil, já que, se você lê, você possivelmente fala comigo fora do blog, então dirá a opinião em outro lugar, mas anyway...)
Até mais.
A cirurgia foi inventada no dia em que o primeiro homem se atreveu a ir dentro de uma mulher.
(Em conseqüência disso, também foi inventado, além da cirurgia, o segundo homem).
Marcadores: Ensaio
(Na verdade, a semana toda)
E ponto final, porque estou com a piriquita em chamas.
Marcadores: Notas
Ponto de interrogação.
Você já chegou a usá-lo?
Você já chegou a se questionar sobre a veracidade de algo?
Você já questionou o mundo?
Quem é o mundo?
Quem é você?
O que é aquilo que você vê na televisão todos os dias?
O que é a televisão?
O que são todas aquelas informações que transmitem a você?
Será que tudo aquilo é "benígno"?
Será que
você é benígno?
Será que somos todos racionais?
Teríamos, nós, consciência de tudo?
Seríamos, nós, fantoches do mundo?
Fazemos jus a lei da ação e reação?
A mídia age, o governo age, o mundo age.
Deveríamos nós reagir?
Ou seria mais confortável permanecermos em estado catatônico?
Marcadores: Poesia
Eu sei que você não tem a intenção de fazer o que faz, e sei que está falando brincando. Mas o mundo não é feito de intenções, é feito de ações. Por mais que as inteções de uma pessoa sejam admiráveis e belas, a única coisa que terá efeito é sua ação. E suas ações contradizem suas intenções, então não me peça para não ficar chateado já que não foi sua intenção. Se você não quer que eu fique chateado com suas ações, então não faça ações que me deixem chateado.
Marcadores: Cartas
Algumas vezes, na presença de alguma pessoa, eu começo a perceber como a pessoa é única. Começo a reparar em como a pessoa é rica de características, de sentimentos, de histórias... E começo a perceber que uma pessoa é algo realmente extraordinário.
Não uma dúzia de pessoas, não 300.000 pessoas, mas
uma pessoa.
E é nisso onde eu me pergunto, "por que as pessoas generalizam tanto"? Por que raios as pessoas tratam a si mesmas de uma forma geral, descompromissadas, desinteressadas?
É um pecado que uma pessoa só fique feliz se ver que conhece 400, 600, 1000 pessoas.
É preciso que se veja as pessoas de forma única, porque é isso; cada pessoa é uma pessoa. É preciso que as pessoas entendam que
uma pessoa significa
muitas coisas, muitos sentimentos, muitos pensamentos. Uma única pessoa é um "englobamento" de N características, de N histórias, e de N sentimentos. E parece que as pessoas estão se limitando a se tratarem de forma geral, como números, como se todas essas coisas que uma pessoa carrega significassem nada; como se tudo o que elas representam são números.
E é esse tipo de pensamento, esse tipo de ação superficial, que cria esses individualismos que matam uma sociedade, e a própria pessoa, fazendo-a se fechar em si, acabando sozinha, sem se importar com ninguém, mas querendo a todos.
Só o que as pessoas precisam é começar a se tratar de forma especial, como se cada pessoa fosse a única pessoa. Porque, basicamente, é isso: cada pessoa é a única pessoa, a partir do momento em que sabemos que ela é única. Deu pra entender?
Só o que é preciso, é que as pessoas tratem as coisas de forma mais pessoal. Só isso.
Marcadores: Prosa Livre